quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Convocamos todos os Centros Acadêmicos para reunião extraordinária do Conselho de Entidades de Base do Diretório Central dos e das Estudantes da UFGD, cumprindo com disposto no Art.16 do Estatuto do DCE, a ser realizada no dia 12/12 às 17:00 horas, na sede do DCE. A reunião é aberta para todos e todas as estudantes. Pede-se ampla divulgação.
Com a seguinte pauta:
1. Eleição para o DCE e Conselhos Superiores;
- Formação da Comissão Eleitoral;
- Indicação provisória para composição dos Conselhos;
2. Discussão das demandas dos cursos;
3. Construção do Seminário de Orçamento Participativo para 2017;
4. Discussão sobre a greve dos/as técnicos/as.

Atenciosamente,
Centro Acadêmico de Agronomia
Centro Acadêmico de Artes Cênicas
Centro Acadêmico de Direito
Centro Acadêmico de Ciências Sociais
Centro Acadêmico de Engenharia Civil
Centro Acadêmico de Engenharia de Produção
Centro Acadêmico de Gestão Ambiental
Centro Acadêmico de História
Centro Acadêmico de Licenciatura em Educação no Campo
Centro Acadêmico de Medicina
Centro Acadêmico de Psicologia
Centro Acadêmico de Relações Internacionais
Dourados – MS, 07 de dezembro de 2016



domingo, 4 de dezembro de 2016


Contra o PL 1016 / 2015



Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1016/2015 de autoria da Deputada Federal Júlia Marinho, cuja finalidade é a de "vedar o exercício da zootecnia pelos engenheiros agrônomos e veterinários", reservando-a privativamente aos Zootecnistas. À primeira vista, o que seria a regulamentação da profissão de Zootecnista, transforma-se na cassação de atribuições profissionais de Engenheiros Agrônomos e Médicos Veterinários. 

Neste sentido, cabe considerar a formação acadêmica dos Engenheiros Agrônomos e dos Médicos Veterinários, cujas Diretrizes Curriculares definem disciplinas para o exercício das atividades vinculadas diretamente com a produção animal, confere a estes profissionais habilitação para atuar nessa área, imprescindível para a manutenção do crescimento e sustentabilidade da agropecuária brasileira. 

Se a resistência à aprovação do PL 1016/2015 fosse classificada como meramente corporativa, seria suficiente para os Engenheiros Agrônomos e Médicos Veterinários recorrerem ao Judiciário Brasileiro, indicando a agressão à Constituição do Brasil. Contudo, o dano causado aos produtores rurais e, por extensão, a todos os consumidores de alimentos de origem animal será incomensurável, pois a cadeia produtiva da pecuária lato sensu está fortemente vinculada ao trabalho de Zootecnistas, Médicos Veterinários e Engenheiros Agrônomos. 

Considerando ainda que o PL 2824/08 que tratava exatamente da mesma matéria foi rejeitado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e em razão de, regimentalmente, não ser mais possível a apresentação de emendas ao presente Projeto de Lei 1016/15, torna-se imperiosa e urgente a manifestação dos Engenheiros Agrônomos no sentido de ser REJEITADA pela Câmara dos Deputados a proposta da Deputada Júlia Marinho. 

É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. (CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - Art. 5º - inciso 
XIII).




http://www.agrolink.com.br/noticias/ser-agronomo-e-mais-que-ciencia-e-tecnica--acima-de-tudo-amor-a-terra_137638.html

Ser agrônomo é mais que ciência e técnica, acima de tudo amor à terra


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Ser agrônomo é mais que ciência e técnica, acima de tudo amor à terra

Uma homenagem aos profissionais que aliam produção agrícola à preservação dos recursos naturais

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estima que, devido o aumento da população, será necessário aumentar em 70% a produção mundial de alimentos até 2050. Para atender a esta demanda, o engenheiro agrônomo tem um papel fundamental, pois é ele quem vai propor soluções em produtos e serviços e orientar os agricultores sobre as melhores práticas, como o uso racional dos recursos naturais, visando produzir mais, melhor e sempre de forma responsável, alimentos para atender a crescente demanda mundial.

Desde a regulamentação da profissão, em 1933, muitas mudanças ocorreram e atualmente o profissional de agronomia deve ter um perfil muito mais completo. Mais do que conhecer a parte técnica, deve ajudar o cliente a entender melhor diversos aspectos, que vão desde questões diretamente ligadas à plantação, até aspectos mais amplos como tendências de mercado e negócios. “Hoje, a agricultura com as demandas mundiais e a necessidade de ser cada vez mais eficiente, exige a participação de um profissional capacitado para a gestão de recursos naturais e que use conhecimento para gerar renda”, observa o engenheiro agrônomo e gestor técnico da Cooplantio, Dirceu Gassen.

O desafio também é grande para as escolas formadoras, pois o projeto pedagógico do curso deve estar sempre ajustado às demandas. Conforme Gassen, saber teclar, conhecer informática, ter uma câmara digital e dominar a língua inglesa são princípios básicos de um profissional que atende as demandas da agricultura atual.

O perfil do novo engenheiro agrônomo está ligado a um novo panorama energético, um cenário de globalização e mudanças organizacionais, e essa nova realidade envolve responsabilidade social e ambiental. Para Gassen, é adequada a presença da opinião agronômica na estruturação do Código Florestal. “Temos a necessidade de preservar recursos naturais. Essa é uma exigência da humanidade e a continuidade de um ambiente sadio”. Contudo, ele lembra que é necessário desenvolver uma legislação com certa passionalidade. “O que foi Lei ou permitido no passado é uma situação que pode ser revertida, mas não com punição, e sim com um benefício. E os agricultores que por iniciativa própria preservaram florestas e mananciais, deveriam ser remunerados. Enquanto os que seguiram a Lei e estão hoje fora dos princípios, devem ter hoje alguma forma de reencaminhamento que é função do Estado. Há uma necessidade fundamental de educação e formação de recursos humanos, no sentido de usar os recursos naturais de forma mais eficiente e de acordo com as demandas a nível mundial.”

Segundo o engenheiro agrônomo e deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), as discussões sobre o Código Florestal brasileiro estão agora no Senado Federal, que é a Casa revisora. Como se sabe, o projeto já foi aprovado em maio passado pelo Plenário da Câmara por maioria esmagadora dos deputados. No Senado, a Comissão de Constituição de Justiça e da Agricultura também aprovaram, depois de exaustivos debates. Falta aprovação pela Comissão de Meio Ambiente e de Ciência e Tecnologia. Os pontos divergentes no projeto se referem à reserva legal e às áreas de preservação permanente, quanto ao tamanho da propriedade, sobre os quatro módulos rurais da agricultura familiar. Mas essas questões já estão sendo equacionadas. “Acredito que este ano o Brasil terá um novo Código Florestal, que traga segurança jurídica e tranqüilidade para quem vive no campo”, diz confiante.

Hoje, as possibilidades de atuação do profissional de agronomia são muito maiores e vão além do campo, o que demonstra uma mudança importante no papel deste profissional, que deixa de ser prioritariamente técnico e passa a ser também um consultor altamente especializado, independente da área em que trabalhe. Nesse contexto, os chamados “profissionais do futuro” já são e serão cada vez mais os encarregados de ajudar a suprir as necessidades alimentares mundiais.

Com o aumento das oportunidades vem também o aumento dos desafios. Segundo o deputado Moacir Micheletto, a maior dificuldade enfrentada pelos agrônomos é a baixa remuneração. “Não se deve esquecer que foram esses profissionais que contribuíram para que o Brasil alcançasse níveis de produtividade tão positivos. Nos últimos 20 anos, enquanto a área plantada de grãos cresceu apenas 32%, a produção aumentou cerca de 180% e a produtividade, responsável pelo bom desempenho do setor, evoluiu em 148%. Este resultado é fruto da pesquisa e do trabalho do agrônomo, do técnico agrícola e do extensionista. Por isso, entendo que o agrônomo deveria ser mais valorizado e reconhecido”, diz.

Sobre as expectativas para o futuro da agronomia, Micheletto diz que são positivas. “Trata-se de um mercado crescente. Agora, esses profissionais precisam cada vez mais se especializar, se capacitar, se qualificar, mesmo porque a concorrência é muito grande. Com o crescimento da demanda de alimentos no país e no mundo, a pesquisa pública e a privada terão um papel importante no futuro das ciências agrárias. Temos principalmente na biotecnologia o grande alicerce das ciências agrárias bem como de outros setores voltados para a tecnologia da produção”.

Fonte: http://www.agrolink.com.br/

Canoata em defesa do Rio Dourados



O Centro Acadêmico de Agronomia de Dourados também participou desse evento que reuniu diversas entidades em prol do Rio Dourados.

http://www.progresso.com.br/dia-a-dia/canoata-reune-mais-de-200-voluntarios-no-rio-dourados

A segunda edição da Canoata em Defesa do Rio Dourados reuniu ontem mais de 200 voluntários de diversas entidades, que fizeram limpeza nas margens do rio e plantaram 800 mudas de árvores. A iniciativa é do Rotary Club de Dourados Águia Dourada e Clube de Imprensa, com o apoio da Polícia Militar Ambiental (PMA), Pão da Hora, Movimento Jovem na Agropecuária, Oca Ambiental, Polícia Rodoviária Federal (PRF) Corpo de Bombeiros de Fátima do Sul, Guarda Municipal,Rancho dos Ipês e contou, ainda, coma participação da prefeita eleita de Dourados, Délia Razuk e do deputado federal Geraldo Resende.
Na avaliação da presidente do Rotary Águia Dourada, Clara Endo, a canoata é uma ação que representa a essência da entidade, que é a prestação de serviços. "Nosso propósito é trabalhar pela preservação de uma das principais fontes da água que bebemos", explica Clara.
O presidente do Clube de Imprensa de Dourados, Hedio Fazan, ressaltou a importância do evento como forma de chamar a atenção da sociedade para a degradação do Rio Dourados. "Muitos pescadores chegam, derrubam arvores, não plantam nada e ainda deixam lixo".
Para o vice-presidente do Rotary Águia Dourada, é preciso deixar um legado para as gerações futuras. "Temos que cuidar desse rio para que ele não vire um Tietê.
A professora Zilda Utuari, proprietária do Rancho dos Ipês, que cedeu o local para a acomodação dos voluntários, destacou a importãncia social do evento. "São ações desse tipo que contribuem para grande mudanças ", comenta a professora, que dá continuidade ao sonho do marido, Divino Utuari, já falecido, que foi um dos defensores da preservação do Rio Dourados.
A reportagem do Jornal O PROGRESSO acompanhou a ação de limpeza do rio e o plantio de mudas, de carona em um dos barcos do Grupo dos Barrigas, da Vila Rosa. Gilberto Gonçalves, Paulinho Despachante, Zé do Beto, Márcio de Camilo e Aécio Pereira (acompanhado da filha, Sara Marques Pereira, 10 anos) foram responsáveis pelo plantio de mais de 100 mudas de árvores nativas que irão auxiliar na recomposição da mata ciliar."Estou bem feliz em poder plantar árvores para ajudar o Rio", diz Sara.
Os organizadores ressaltaram, ainda, o número expressivos de participantes durante a segunda edição da canoata. "É importante o apoio da sociedade nessas ações. Isso demonstra que estamos no caminho certo", comenta Hédio Fazan, do Clube de Imprensa.
Segundo Délia Razuk, prefeita eleita de Dourados, a sua futura administração, a partir de janeiro de 2017, terá uma atenção especial com o meio ambiente, principalmente com a preservação do Rio Dourados."Nosso olhar em relação às questões ambientais e ao Rio Dourados, fonte de abastecimento de água para a população, será de muito cuidado", afirma.
Délia disse que sua gestão também pretende formalizar parcerias com entidades que se dedicam às causas ambientais e que não medem esforços para construir uma sociedade mais consciente. "Isso que está acontecendo , com a realização desta canoata, é uma demontração de bons exemplos que precisam ser replicados", explicou a prefeita eleita.